844p01.jpg
84401.jpg
844p02.jpg
satelite.jpg
vuchella.jpg

TEATRO

marilia.jpg

No mês de maio, o Teatro Municipal de São Sebastião recebe ‘A Última Entrevista de Marília Gabriela’, estrelado pela própria Marília Gabriela, em uma montagem que mistura ficção e elementos do real para provocar e emocionar o público.
Em cartaz nos dias 14, 15, 16 e 17 de maio, a peça traz a consagrada jornalista em um papel inédito: o de entrevistada. Quem conduz o encontro é seu filho caçula, Theodoro Cochrane.
A trama se desenvolve em um programa de entrevistas ao vivo, no palco, onde os limites entre encenação e verdade se confundem, e o que parecia apenas uma conversa vira um jogo de tensão e revelações, explorando os arquétipos da relação entre mãe e filho. Feminismo, conflitos geracionais, etarismo e a fronteira entre o público e o privado atravessam o texto, que diverte e provoca. Sem a quarta parede, o público participa ativamente da montagem e até responde ao clássico bate-bola, marca registrada de Marília Gabriela.


Serviço
Espetáculo ‘A Última Entrevista de Marília Gabriela’
Data e horário: 14, 15, 16 de maio, às 20h | 17 de maio, às 18h
Local: Teatro Municipal de São Sebastião
Endereço: Av. Dr. Altino Arantes, nº 2, Centro Histórico
Classificação: 14 anos
Ingresso: R$100 (inteira) | R$50 (meia) | R$75 + 1 kg de alimento não perecível (solidário). Podem ser adquiridos no site https://ingressodigital.com/evento/20638,20642,20643,20644/a-ultima-entrevista-de-marilia-gabriela

rodrigo.jpg
Ainda em maio, oi humorista Rodrigo Marques chega a São Sebastião com o espetáculo ‘História de Pescador’, um show de stand-up que reúne histórias pessoais, observações afiadas sobre o cotidiano e o estilo direto que consolidou o artista como um dos principais nomes do humor brasileiro contemporâneo. A apresentação acontece no dia 10 de maio (domingo), às 19h, no Teatro Municipal de São Sebastião, com classificação indicativa de 16 anos.
Os ingressos já estão disponíveis, com valores entre R$ 60 e R$ 120, incluindo opções de meia-entrada para públicos previstos em lei e ingresso solidário mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível.
O show se desenvolve como uma grande conversa com o público, explorando exageros e ‘causos’ típicos que crescem a cada detalhe, como toda boa história de pescador.


Serviço:
‘História de Pescador’, com Rodrigo Marques
Data: 10 de maio
Horário: 19h
Local: Teatro Municipal
Duração: 90 minutos
Classificação: 16 anos
Ingresso: Os ingressos custam entre R$60 e R$120, com opções de ingresso solidário e podem ser adquiridos online pelo link: https://ingressodigital.com/evento/18865/rodrigo-marques-historia-de-pescador e no Centro de Informações Turísticas da Rua da Praia, ao lado da Casa da Cultura no Centro Histórico, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h.

1 h

 
kafta e andbem.jpg
expediente.jpg
844p03.jpg

Celebrar os bons momentos ficou ainda mais gostoso! 🎂✨

Seja para um aniversário, uma reunião de família ou aquele evento especial em empresa, o Kit Festa da Nadir oferece a solução completa que você precisa, com duas lojas: São Sebastião e Ilhabela.

São mais de 20 anos de tradição entregando qualidade, carinho e os melhores sabores da região:
✅ Bolos irresistíveis e tortas decoradas
✅ Docinhos artesanais que derretem na boca
✅ Salgados sequinhos e sempre fresquinhos

Trabalhamos para que sua única preocupação seja aproveitar a festa!

📍 Atendemos encomenda de todo litoral norte pelo WhatsApp:
SÃO SEBASTIÃO 📞(11) 97276-9865
ILHABELA📞(11) 93384-2541

🌐 Saiba mais em: www.kitfestadanadir.com.br

#KitFestaDaNadir #SaoSebastiao #Ilhabela #Festa #DocesESalgados 

#LitoralNorte #Eventos #BolosDecorados #GastronomiaLitoral
@nadirkitfesta

 

844p04..jpg
lb.jpg

Observações sobre o motorista brasileiro, escrito de dentro de um engarrafamento Guarda Mor Lobo Viana.
Se você quer entender a alma brasileira, esquece samba e carnaval. Entra num carro às 18h de sexta-feira. Ali mora a verdadeira identidade nacional: buzina, fé e seta que não funciona.
O pisca-pisca do carro brasileiro tem duas funções: queimar e enfeitar o natal. Usar pra mudar de faixa? Jamais. Isso entregaria sua estratégia pro inimigo. No trânsito, dar seta é igual jogar poker mostrando as cartas: coisa de amador.
O brasileiro acredita que se ele pensar forte na conversão, o universo entende. E o carro de trás também. Telepatia veicular. Se bateu, é porque o outro "não teve sensibilidade".
O trânsito brasileiro é democracia plena: todo mundo se acha mais importante que todo mundo. É o único lugar onde o pobre, o rico, o BMW e o Uno 97 são iguais. Iguais no ódio. Parados. Ouvindo o mesmo funk no carro do lado.
Brasileiro não respeita limite de velocidade. Respeita radar. A 200 metros dele, vira monge budista: 40km/h, duas mãos no volante, cinto, reza. Passou do radar? Foguete da NASA.
Aquela listra branca no chão? É só o governo testando tinta. O pedestre que se atreve a atravessar recebe olhar de "você tem coragem" do motorista. E o motorista que para recebe buzinada de "tá com tempo, é?" do carro de trás.
Atravessar na faixa no Brasil é esporte radical. Tem que ter reflexo de ninja, fé de peregrino e testamento em dia.
Brasileiro não dirige mal. A gente dirige com emoção. Com narrativa. Com plot twist a cada esquina. Se chegar vivo, é lucro. Se chegar no horário, é milagre.
E lembre-se: no Brasil, a preferência é sempre de quem chegou buzinando mais alto.
Agora me dá licença que o sinal abriu. Ou melhor, vai abrir. Ou melhor, já buzinou, então fuiiiiiiiiii.

 

Tolerância ZERO
Decidi adotar “Tolerância ZERO” na minha vida. Durou até o café da manhã.
Implantei “Tolerância ZERO” na minha vida na segunda-feira. Na terça eu já estava negociando anistia comigo mesmo.

Zero tolerância pra atraso, mas meu despertador entrou em greve e meu cachorro escondeu minha meia. Zero tolerância pra doce, até o brigadeiro da firma me olhar com carinho e dizer “vai, só hoje”. Zero tolerância pra fofoca, mas o grupo da família soltou um “você não vai acreditar” e minha curiosidade pediu habeas corpus.

No trabalho botei plaquinha “Tolerância ZERO pra enrolação”. Dez minutos depois eu estava na terceira página de memes de capivara. Em casa decretei “Tolerância ZERO pra bagunça”. Meu chinelo respondeu atravessado no corredor.

Descobri que tolerância zero só funciona com mosquito da dengue e com boleto vencido. Com gente, café e sono, o nível precisa ser ajustável. Hoje adotei a “Tolerância 12%”: o bastante pra manter a dignidade e pouco pra não virar palestrinha.
Porque se eu tiver tolerância zero pra erro, vou ter que me demitir todo dia antes do almoço. E eu sou o ASPONE do RH
.

 

oftalmo.jpg
844p05.jpg
tira844.jpg

COBRANÇA DA SOGRA

Após o nascimento do seu primeiro neto, a sogra vai questionar a nora:

- Querida, não quero ser inconveniente, mas o garoto não se parece em nada com meu filho!

- Eu também não quero ser inconveniente sogrinha, mas quero deixar claro que tenho uma vagina e não um máquinha de tirar  foto-cópias...

 

PAPO SINCERO

Casados a 50 anos, no café da manhã o marido diz:

-  Esta noite sonhei que estava num Bingo. - A esposa responde:

-Meu sonho foi muito melhor! Estava me divertindo e transando como nunca, num motel maravilhoso. 

- E eu estva dando conta do recado - diz ele.

- Não!  Você estava no Bingo!

 

A RESPOSTA
O filho pergunta para mãe moderninha:
- Mãe, como se chama aquilo quando um dorme por cima e outro por baixo?
- Tem vários nomes, tipo: Fazer amor, copular, relação sexual, plantar a sementinha, transar, ou dar umazinha....
No outro dia no jantar o filho diz:
- A professora disse que não tem nada a ver sua resposta sobre aquilo que um dorme em baixo e outro em cima. Ela disse que chama-se BELICHE... 
e quer falar contigo amanhã.

 

DÚVIDA DO BÊBADO
O templo lotado e o pastor pergunta:
-Quem quer ir para o céu levanta a mão.
Todos levantam as mãos, menos um bêbado que 
estava sentado na frente.
O pastor se aproxima dele e pergunta:
-O senhor não quer ir para o céu?
- Hic...Quando  eu morrer é claro que quero, mas pensei que o senhor estava organizando uma excursão, para hoje.

BICHO DA FRUTA
Uma senhora muita tímida vai ao ginecologista e ralata:
-Doutor, estou com muitas dores aqui - e mexendo nos seios completa- nas minhas laranjas...e também sinto uma pressão mais embaixo, na minha pera... O que será doutor?
O médico que tinha se entusiasmado com o relato responde:
- Deve ser sintomas contagioso do bicho da fruta , porque já estou com um comichão na banana 

 

ÁRABE NO TÁXI
Um árabe entrou num táxi e assim que se acomoda, pede ao motorista para desligar o rádio, e justifica-se:
- Não posso ouvir músicas, assim me dizem os profetas da minha religião, porque no  tempo dos profetas não havia músicas, principalmente a  música ocidental, que hoje é o som dos infiéis. Por isso desligue o seu rádio.
O motorista já em movimento, desligou o rádio, parou a seguir, desceu,  abriu a porta do passageiro...então o árabe perguntou:
-O que está fazendo? - O motorista respondeu:
-No tempo dos taos profetas, não havia táxis então desce e espera por um camelo. 

 

PASSAPORTE PARA O  PARQUE
Para entrar na Parque de Diversões os adolescentes tinha que responder uma pergunta. O fiscal se dirigiu a Giovana:
- O que é mole mas nas mãos das mulheres fica duro?
-Esmalte!
- Exato! Pode entrar.
- Arthur responda: Onde as mulheres tem os cabelos enrolados?
-Hoje já tem as escovas progressivas, fiscal! Mas é na África.
- Ótimo! Pode entrar.
- Débora, o que as mulheres tem com seis letras, começa com B, termina com A e não sai das cabeças dos homens?
- A beleza!
-Certo bonitinha, pode entrar.
-Edson, o que as mulheres tem no meio das pernas?
- Os joelhos, fiscal!
- Pode entrar!
-Eduardo, o que uma mulher casada tem mais  larga que a solteira?
- A cama!
- Ótimo! Pode entrar!!!!
Nisso o Joãozinho esta indo embora. O fiscal grita:
- Hei Joãozinho, vem responder a pergunta para entrar?
- Se é doido fiscal! Sem chance! Já errei as cinco anteriores! 

marimoveis.jpg
anuncioria.jpg
844p06.jpg
phd.jpg
michael.jpg

A aguardada cinebiografia do Rei do Pop, intitulada "Michael", chegou aos cinemas brasileiros em 23 de abril de 2026 (com sessões antecipadas a partir do dia 21). 

O filme busca retratar a complexa trajetória do artista, desde os tempos de Jackson 5 até o estrelato mundial. 

 

O brilho de um diamante sob o holofote é capaz de cegar, e a cinebiografia "Michael" entende bem essa metáfora.

Sentado na poltrona escura do cinema, o espectador não vê apenas um ator; vê o fantasma de Jaafar Jackson incorporando os trejeitos, a voz mansa e a explosão elétrica de seu tio. É uma experiência quase espiritual observar a reconstrução de momentos que moldaram a cultura pop, desde a rigidez dos ensaios na infância até o isolamento dourado de Neverland.

O filme escolhe o caminho da celebração. Cada batida de "Billie Jean" ressoa no peito, lembrando-nos de por que o mundo parou tantas vezes para vê-lo deslizar pelo palco. No entanto, entre um passo de dança e outro, a obra tateia as sombras. Há uma melancolia constante no olhar do protagonista, uma busca por uma infância que lhe foi roubada e uma paz que o estrelato nunca permitiu.

Ao final, "Michael" não pretende resolver todos os mistérios do homem, mas sim reafirmar o mito. Saímos da sala com o ritmo nos pés e uma pergunta no pensamento: o quanto de dor é necessário para gerar tamanha beleza? O Rei do Pop, enfim, recebe sua última grande ovação na tela grande.

 

O que esperar do filme
Recriação de Shows: O longa foca em performances icônicas, como as da era Bad World Tour de 1988.
Narrativa Intimista: A promessa é de um "retrato honesto" do homem por trás do ídolo, explorando suas ambições criativas e visão artística.
Recepção da Crítica: As primeiras opiniões têm sido divididas. Enquanto o público enche as salas, parte da crítica especializada aponta que o filme evita temas mais polêmicos para focar na celebração do legado musical. 

 

vetbacana.jpg
844p07.jpg
844p08.jpg
Sudoku
CHAIANY.jpg

VAI TOMANDOOOOOO!!!!!

Quando a Essência Vence a Estética

A entrada de Chaiany no BBB 26, não foi apenas a ocupação de uma vaga em um programa de entretenimento; foi o início de um desabafo público sobre as correntes da pressão estética. Ela não carregava apenas malas, mas o peso psicológico de quem passou anos sendo questionada — por si mesma e pelos outros — sobre seu direito de ocupar espaços de destaque.

Nos primeiros dias, o que vimos foi o retrato fiel da insegurança moderna. O comportamento retraído e a fuga dos espelhos revelavam uma dependência dolorosa da validação alheia. Ao compartilhar suas dores no quarto, Chaiany tocou em uma ferida coletiva: a de nunca se sentir "padrão" o suficiente. Foi essa vulnerabilidade, exposta sem filtros, que criou uma ponte imediata de identificação com o público.

No entanto, a grande virada desse roteiro real não foi estética, mas comportamental. A mudança não veio de uma transformação visual, mas da necessidade de sobrevivência no jogo. A cada embate vencido e a cada posicionamento necessário, vimos a "armadura" da insegurança ruir. Chaiany provou que a confiança é um músculo que se exercita na adversidade.

Sua trajetória deixou uma lição clara para quem assiste: a beleza que sustenta o protagonismo não é aquela que agrada aos olhos, mas a que se impõe pela força da personalidade. No fim, Chaiany não apenas venceu medos internos; ela subverteu a lógica do espetáculo, mostrando que a autenticidade ainda é o atributo mais magnético que alguém pode possuir e se tornou um fenômeno para as agencias de publicidade ao ser elimindada da casa mais vigiada e contraditória do Brasil

ze.jpg
esperança.jpg
844p09.jpg

Quase todas as pessoas "vivem" perdidas, como se caminhassem por um longo túnel desconhecido, com início, trajeto e destino desconhecidos. Caminhar ao lado delas, ajudando-as na caminhada, merece aplausos. Tentar ser farol no final do túnel é, ainda, mais compassivo.  Há, porém, raríssimas pessoas que, mesmo com pouca luz para si mesmas, transformam-se em palito de fósforo, buscando iluminar caminhos, mesmo com chama pequena e fugaz. Algumas chegam a uma doação total, oferecendo essa chama para secar lágrimas. Quem atinge tal nível de Amor salta do humano para o Divino, para o Eterno. Todos podemos. Queremos? O resto é vaidade...

 

Publicado na edição 624 - 05/02/2022
 

 

 

CLARISSE

clarisse.jpg

Clarice Lispector é uma das vozes mais singulares da literatura brasileira. Nascida Chaya Pinkhasovna Lispector em 10 de dezembro de 1920, em Tchetchelnik, na Ucrânia, chegou ao Brasil ainda bebê com a família fugindo da perseguição aos judeus. Cresceu em Recife e depois se mudou para o Rio de Janeiro, onde se formou em Direito e trabalhou como jornalista e tradutora.

Sua estreia literária veio em 1943 com Perto do Coração Selvagem, romance que chocou a crítica pela linguagem introspectiva e pelo fluxo de consciência incomum para a época. A partir daí, construiu uma obra marcada pela sondagem da alma humana, do cotidiano e dos pequenos epifanias. Contos como Laços de FamíliaA Legião Estrangeira e Felicidade Clandestina revelam personagens comuns diante de revelações súbitas.

Em romances como A Paixão Segundo G.H.A Hora da Estrela e Água Viva, Clarice dissolve enredos tradicionais para mergulhar na subjetividade, no tempo psicológico e na relação entre linguagem e existência. Sua escrita é densa, poética e filosófica, questionando identidade, solidão, feminilidade e o próprio ato de escrever.

Morreu em 9 de dezembro de 1977, um dia antes de completar 57 anos, no Rio de Janeiro. Hoje é lida mundialmente, traduzida em dezenas de idiomas e considerada precursora de uma literatura que coloca a experiência interior no centro da narrativa.

 

ORAÇÃO MILAGROSA
Faça com muita fé,
várias vezes ao dia.

 

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois Vós entre as mulheres,

bendito é o fruto em Vosso ventre, Jesus. 
Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós, os pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.

 

ANUNCIE.jpg
uteis.jpg
844p10.jpg
84410.jpg

ENQUANTO SOBE OS

CRÉDITOS, CURTAM

TEMA DO RIA