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A manchete satírica da capa desta edição é nossa forma descontraída de abordar situações delicadas, e toca em um ponto nevrálgico da sociedade contemporânea: a busca incessante pelo corpo ideal e o impacto avassalador das "canetas emagrecedoras" (como o Mounjaro mencionado e o Ozempic) no imaginário popular. Embora a capa brinque com a "inveja" e o "desejo de compra", a realidade por trás do uso desses medicamentos, especialmente quando adquiridos no mercado paralelo ou utilizados sem supervisão profissional, é um tema de extrema gravidade para a saúde pública.

 

O risco de uma caneta falsificada não é apenas o fato de ela "não funcionar". O perigo reside no que pode estar dentro daquele dispositivo. Análises laboratoriais de produtos apreendidos ao redor do mundo revelaram substâncias alarmantes:

Insulina em Altas Doses:

Um dos casos mais comuns de falsificação envolve o uso de canetas de insulina baratas com rótulos trocados. Para quem não é diabético ou não precisa de insulina, a aplicação pode causar uma hipoglicemia severa, levando a convulsões, coma e morte em questão de minutos.

Água com Corantes ou Soro:

Embora pareça inofensivo, o risco aqui é a falta de esterilidade. A aplicação subcutânea de uma substância contaminada pode causar abscessos graves, infecções sistêmicas (sepse) e necroses locais.

Substâncias Proibidas:

Algumas falsificações contêm misturas de anfetaminas, diuréticos e hormônios tireoidianos para simular uma "perda de peso rápida". Essa combinação é uma bomba relógio para o coração, podendo causar arritmias e infartos.

 

Como se Proteger?
A brincadeira da manchete sobre "passar mal de inveja" esconde uma lição: a saúde não deve ser pautada pelo que o vizinho está usando ou pelo que a rede social dita.
Compre apenas em farmácias estabelecidas: Nunca compre de "revendedores" ou sites que oferecem descontos milagrosos sem receita.
Verifique a embalagem: Desconfie de erros de ortografia, cores desbotadas ou mecanismos de clique da caneta que pareçam frouxos.
Exija a consulta: O endocrinologista é o profissional habilitado para entender se o seu metabolismo precisa desse suporte e qual a dose segura para o seu coração, rins e sistema digestivo.

 

Afinal, de nada adianta alcançar o peso desejado se o preço a pagar for a perda da saúde — ou algo ainda mais definitivo. O verdadeiro luxo, em 2026 e sempre, continuará sendo o bem-estar consciente e seguro.

 
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Celebrar os bons momentos ficou ainda mais gostoso! 🎂✨

Seja para um aniversário, uma reunião de família ou aquele evento especial em empresa, o Kit Festa da Nadir oferece a solução completa que você precisa, com duas lojas: São Sebastião e Ilhabela.

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Em São Sebastião, o riso resolveu tirar férias — e não foi sozinho. Trouxe mala, cuia, microfone e um elenco que mais parece reunião de condomínio do humor brasileiro: Bruna Louise, Fábio Rabin, Carioca, Falcão, Hélio de La Peña e Marisa Orth, entre outros conspiradores da gargalhada.

 

O tal do Festival Hahaha começou como quem não quer nada, mas já chegou ocupando espaço na agenda e no abdômen da população — porque rir, meu amigo, também dá dor muscular. Tem gente saindo das apresentações com a sensação de que fez crossfit emocional: três séries de piada, quinze repetições de gargalhada e um alongamento final pra recuperar o fôlego.

 

Na plateia, a fauna é diversa. Tem o sujeito que ri antes da piada terminar, como se tivesse informações privilegiadas do roteiro da vida. Tem a moça que tenta segurar o riso “com elegância”, mas acaba fazendo um barulho de chaleira antiga. E tem aquele cidadão sério, braço cruzado, que foi obrigado a ir — mas que, traído por um stand-up certeiro, solta uma risadinha tímida e imediatamente olha pros lados, como quem diz: “isso não saiu de mim”.

No palco, cada humorista parece disputar o título de “quem faz a plateia esquecer do mundo por mais tempo”. Bruna Louise chega com sua metralhadora de verdades afiadas, Fábio Rabin transforma caos em piada, enquanto Hélio de La Peña entrega aquele humor que faz você rir e pensar — às vezes nessa ordem, às vezes ao mesmo tempo. Já Falcão prova que o nonsense é uma arte refinada, e Marisa Orth entra como quem domina o palco desde o tempo em que a televisão ainda tinha botão.

 

E assim, entre uma piada e outra, São Sebastião vai virando capital provisória da alegria. Porque, no fundo, o festival não é só sobre humoristas — é sobre gente comum lembrando que rir ainda é o melhor jeito de encarar o absurdo que insiste em ser a vida.

 

No fim das contas, o Festival Hahaha deixa uma lição importante: se o mundo anda meio sem graça, a solução pode estar num palco, num microfone… e numa boa gargalhada compartilhada.

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SPAÇO 5ª SÉRIE

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1. Por que o homem jogou o relógio pela janela? 
Porque ele queria ver o tempo voar!

 

2. O que uma gota falou para outra? 
Você é uma "gotosa"!

 

3. Por que o livro de matemática ficou de castigo? 
Porque ele tinha muitos problemas! mais apetite.

 

4. Você sabia que a cenoura pode te deixar cego? 
Basta que alguém enfie ela no teu olho.

 

5. Qual é o cúmulo do azar? 
Cair de costas e bater com a cabeça no chão!

 

6. O que o cavalo foi fazer no orelhão? 
Passar um trote!

 

7. Qual é o animal mais antigo do mundo? 
A zebra, porque ela ainda é preto e branco!

 

8. Por que a banana não foi ao baile? 
Porque ela estava descascada.

 

9. Por que o gato não gosta de computador? 
Porque ele prefere o "mouse"!

 

10. O que o pato disse para a pata? 
Vem quá!
11. Você sabia que um jogador de tênis, mesmo descalço, ainda é um jogador de tênis?

 

12. O que o elétron disse para o próton? 
"Você é muito positivo!"


13. O que o lápis disse para a borracha? 
"Você está apagando toda minha história!"


14. O que a pipoca falou para o milho? 
"Vamos estourar nessa festa!"


15. Por que o elevador não gosta de piadas? 
Porque ele sempre desce "no nível"!
16. Você sabia que o touro mecânico não sabe consertar um carro? 

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O AMIGO DE CADA SIGNO NO CHURRASCO

(Qual é o seu?)

 

Cheguei no churra com a minha tardiciuonal  sacola de pão de alho e encontrei o mesmo de sempre: fumaça, pagode sofrível no bluetooth do cunhado e doze arquétipos tentando provar que “cada um tem seu papel” no ritual sagrado da carne. Spoiler: todos estão certos.
Áries chegou primeiro, acendeu a churrasqueira com dois gravetos e o vento da própria impaciência. Reclamou que a brasa estava “lenta” aos 45 segundos e já tinha virado o primeiro espeto três vezes. Quando queimou o dedo, disse que foi “teste de resistência”. Comeu em pé, porque sentar atrasa.
Touro trouxe a picanha “de confiança” e um banquinho. Instalou-se ao lado da grelha como conselheiro amoroso da gordura. “Deixa dourar, calma”, repetia, enquanto guardava um pedaço “para mais tarde” que desapareceu em dois minutos. Defendeu o ponto da carne como se fosse cláusula pétrea.
Gêmeos ficou entre a mesa e a churrasqueira, entre o grupo do vinagrete e o da farofa, contando três histórias ao mesmo tempo — todas terminando com “e aí vocês não vão acreditar”. Sumiu para atender uma ligação e voltou com mais dois convidados que ninguém conhecia, mas que já sabiam onde ficava o copo.
Câncer chegou com a travessa de maionese da mãe, o pote de arroz da tia e um álbum de fotos do último churrasco. Chorou lembrando do cachorro que roubou um espeto em 2019 e serviu todo mundo antes de se servir. Ofereceu cobertor quando caiu a brisa das sete.
Leão trouxe o avental escrito “Mestre da Brasa” (presente dele para ele). Fez live virando a carne em câmera lenta, pediu aplausos para a crosta perfeita e declarou: “Hoje eu vou salvar este evento”. E salvou mesmo — depois que o Touro sussurrou o ponto certo.
Virgem alinhou os espetos por tamanho, limpou a grelha com escovinha e cronometrou o descanso da carne no celular. Fez uma planilha mental dos pedidos: “três ao ponto para a mesa dois, duas mal passadas para a esquerda”. Reclamou do carvão úmido e, ainda assim, foi quem impediu que a linguiça rolasse para o chão.
Libra ficou indecisa entre coxa e coração, entre cerveja e caipirinha, entre ficar perto da música ou da fumaça. Montou o prato mais bonito da noite e perguntou a todos se estava bom. Apresentou gente que não se conhecia e garantiu que o guardanapo combinava com a toalha.
Escorpião chegou quieto, observou. Sabia quem tinha levado só o refrigerante diet e quem tinha “esquecido” a carteira. Controlou a tábua como se fosse território. Sussurrou ao ouvido do assador: “tira agora”. Estava certo. Comeu devagar, sustentando contato visual com quem duvidou do ponto.
Sagitário trouxe o primo, o vizinho e um violão desafinado. Propôs um brinde a cada rodada, contou que fez “o melhor churrasco da vida” no Uruguai e tentou convencer todo mundo a estender a noite para uma praia. Derrubou a farofa, riu, limpou com o pé.
Capricórnio apareceu com a lista de quem ia rachar o carvão e o gelo. Calculou o custo por pessoa, conferiu se a carne estava no peso prometido pelo açougueiro e sugeriu um “cronograma de viradas”. Comeu em silêncio, aprovou com um aceno curto. No fim, levou as sobras em potes etiquetados.
Aquário trouxe o queijo coalho vegano e um discurso sobre a termodinâmica da brasa. Instalou uma luzinha USB na churrasqueira “para melhorar a visibilidade”. Inventou um molho que ninguém entendeu, mas todos repetiram. Saiu cedo porque tinha “uma reunião com um coletivo”.
Peixes esqueceu a carne que prometeu, chegou com um bolo e uma história. Distraiu-se com a fumaça e quase colocou o espeto na caixa de som. Ficou na beira da piscina, pés na água, dizendo que a noite estava “mágica”. Foi o último a ir embora, porque perdeu a noção da hora e achou lindo.

 

No fim, a brasa virou cinza, a farofa virou mapa do tesouro no chão e todo mundo jurou que “o próximo a gente marca direitinho”. O zodíaco não explica tudo, mas explica por que o Áries vira, o Touro vigia, o Virgem cronometra e o Sagitário ainda está tentando convencer alguém a pernoitar na praia até o sol nascer.
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A vida não tem sentido. É apenas um rio que nos leva da maternidade ao cemitério. Como temos pavor disso, buscamos resistir à correnteza, inventando máquinas e poções capazes de nos tornar imortais. Também tentamos fugir dela usando drogas ou criando alucinações coletivas, como um céu governado por um ou vários deuses, onde a morte não existiria.
Se aceitássemos, ativa, total e profundamente, essa correnteza, sentiríamos sua beleza e seu perfume: do primeiro choro ao último suspiro; nos sorrisos e nas lágrimas. Isso se chama Vida Plena. Não, não é imortal.
De tão profunda, porém, torna-se Eterna em cada segundo.

 

Publicado na edição 608 - 09/10/2021 

 

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Dizem que o tempo é um escultor implacável, mas esquecem de dizer que ele também apura a nossa visão. Hoje, ao olhar pelo retrovisor e completar 70 anos, percebo que o que mudou não foi apenas a paisagem ao meu redor em São Sebastião, mas a lente pela qual enxergo o mundo.

 

Comecei em jornais, em uma época em que as notícias batiam no ritmo das teclas de uma máquina de escrever.
O cheiro do papel e a espera pelo revelado das fotos eram o compasso do nosso trabalho. Se me dissessem, décadas atrás, que eu estaria hoje editando a Revista Ria com o auxílio de inteligências artificiais, criando artes digitais e conectando pessoas através de telas que cabem na palma da mão, talvez eu sorrisse com incredulidade.
Mas a verdade é que a tecnologia é apenas uma ferramenta; a alma continua sendo a mesma: a vontade de contar uma boa história.

 

Muitos associam a maturidade ao descanso, ao "parar". Eu prefiro associá-la ao "refinar". Usar a tecnologia hoje, através da redes sociais ou nas páginas desta revista, não é um desafio de superação, mas um exercício de renovação. É a prova de que a criatividade não tem data de validade e que o olhar de um editor se mantém fresco enquanto houver curiosidade.
 
Neste fim de semana, convido você, leitor, a olhar para o novo com menos medo e mais apetite. Seja descobrindo uma nova ferramenta digital ou redescobrindo um canto esquecido da nossa cidade, o segredo está em manter a mente aberta.
Chego aos 70 com a certeza de que o melhor layout ainda está por vir e que a próxima edição é sempre a oportunidade perfeita para aprender algo novo.
 
Bom fim de semana e boa leitura!
Nivaldo Gonçalves 

 

Na minha imaginação, um dia a Revista Ria me perguntou:

QUEM EU SOU?

Respondi alguns dias após longa reflexão com está música, que nomeie  "MALCRIADO"

 

"Eu sou o sapato que machuca seu dedo
Melodia sem rima que foge do enredo

Um café sem açúcar derramado na cadeira

Uma piada sem graça que ningué riu na feira

 

Eu quando a cuva cai, sou um guarda-chuva furado

Uma meis que desliza pelo piso molhado

Sou seu calo na quina do sofá

O seu esgorço pra não chorar.."

 

Ouça inteira no vídeo abaixo

 

 

 

ORAÇÃO MILAGROSA
Faça com muita fé,
várias vezes ao dia.

 

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois Vós entre as mulheres,

bendito é o fruto em Vosso ventre, Jesus. 
Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós, os pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.

 

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ENQUANTO SOBE OS

CRÉDITOS, CURTAM

TEMA DO RIA