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O Carnaval brasileiro tem origem europeia e data ligada ao calendário cristão. A festa acontece nos dias que antecedem a Quaresma, período de 40 dias de penitência para os católicos antes da Páscoa. Por isso, o Carnaval não tem data fixa: ocorre entre fevereiro e março, dependendo do ano. Seu marco principal é a terça-feira de Carnaval, véspera da Quarta-feira de Cinzas.

A origem do Carnaval no Brasil remonta ao período colonial, no século XVII, quando os portugueses trouxeram o Entrudo, uma brincadeira popular que consistia em jogar água, farinha e outros líquidos nas pessoas. Com o tempo, essa prática foi sendo substituída por bailes de máscaras, desfiles e músicas, influenciados pelos costumes franceses e italianos do século XIX.

No Brasil, a festa ganhou identidade própria ao incorporar elementos das culturas africana e indígena. Ritmos como o samba, surgido no início do século XX nas comunidades negras do Rio de Janeiro, transformaram o Carnaval em uma grande manifestação popular. As primeiras escolas de samba apareceram na década de 1920, consolidando o modelo de desfile que hoje é conhecido mundialmente.

Assim, o Carnaval brasileiro nasceu da mistura entre tradições europeias, africanas e locais, tornando-se uma celebração cultural única, marcada pela música, pela dança e pela alegria coletiva.

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Olha a Mangueira aí 
Um homem bêbado saindo do bar avistou um grupo de pessoas passando pela rua. Ouviu músicas e pensou ser carnaval (mas era uma passeata religiosa) e então meteu-se a gritar:
- Olha a Mangueira aí, gente!
O padre caminhou até o bebâdo e falou:
- Bêbado a essa hora, o senhor além de não se cuidar, desrespeita nossa religião.
E no meio da fala do padre a santa que vinha carregada no alto pelos fiéis caiu no chão após bater numa mangueira.
- Aí mestre de bateria, eu falei que tinha uma Mangueira

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ELIMINADO
Se tá ruim pra você, o mesmo não deve estar acontecendo com o ex-jogador de futebol Edilson. Capetinha foi expulso do #BBB26 após agredir Boneco nessa madrugada (14), em meio uma discussão. A cara deve ter pensado: "Não vou ganhar mesmo e este pode ser o último carnaval da minha vida" Arrumou a treta e deve estar preprando a fantasia.

Veja vídeo abaixo

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JOÃOZINHO NA ÁREA
Joãozinho com dúvida de matemática pergunta ao seu João, seu pai:
– Pai, o senhor pode me ajudar a encontrar o máximo divisor comum de 210?
– Como é? Não acharam isso até hoje? Caramba!  Estão procurando desde que eu tinha a sua idade.

 

O Joãozinho chegou ao ponto de táxi carregando duas malas enormes. Perguntou ao taxista:
– Quanto você cobra para me levar atéA rodoviária?
– Dá mais ou menos 60 reais.
– E as malas?
– As malas eu não cobro nada.
– Então vamos fazer assim: leva as malas para mim que eu vou a pé.

 

– Joãozinho, por que você atirou uma pedra na cabeça do seu primo?
– Ah, vovó, porque ele me xingou e me beliscou.
– E por que você não me chamou?
– Pra quê? Duvido que a senhora tem a mira melhor que a minha!

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O atropelamento
Um motoqueiro ia a 140 km/h por uma estrada quando de repente atropelou um passarinho. Pelo retrovisor, o cara viu o bichinho dando várias piruetas até ficar estendido no asfalto.
Não contendo o remorso, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho. O passarinho estava lá quase morto. Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a ave e levou-a ao veterinário. Lá o passarinho foi tratado e medicado, e o veterinário disse que havia chances dele sobreviver. O homem comprou uma gaiolinha e levou a ave para casa, tendo o cuidado de deixar um pouquinho de pão e água para o acidentado.
No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência. Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com o pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o bicho põe as asas na cabeça e grita:
- Não acredito! Matei o motoqueiro!

Acidente de trabalho
Um funcionário de uma empresa sofreu um acidente de trabalho e teve que engessar o braço. Na hora de ir embora do consultório, ele perguntou ao médico da empresa:
- É muito grave, doutor?
- Não é grave, não. Pode ficar tranquilo.
- Eu vou poder tocar piano?
- Claro! Em um ou dois meses.
- Que legal! Eu nunca tinha tocado piano na vida!

No consultório de psiquiatria
- Doutor, eu tenho um problema. Não consigo lembrar de nada do que me dizem depois de um minuto, um minutinho apenas, doutor.
- E há quanto tempo apareceu esse problema?
- Há quanto tempo apareceu o que, doutor?

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 Quase todas as pessoas "vivem" perdidas, como se caminhassem por um longo túnel desconhecido, com início, trajeto e destino desconhecidos. Caminhar ao lado delas, ajudando-as na caminhada, merece aplausos. Tentar ser farol no final do túnel é, ainda, mais compassivo.  Há, porém, raríssimas pessoas que, mesmo com pouca luz para si mesmas, transformam-se em palito de fósforo, buscando iluminar caminhos, mesmo com chama pequena e fugaz. Algumas chegam a uma doação total, oferecendo essa chama para secar lágrimas.

Quem atinge tal nível de Amor salta do humano para o Divino, para o Eterno.

Todos podemos. Queremos? O resto é vaidade...

 

Publicado na edição 624 - 05/02/2022

  

Página do autor:

 

 

 

GENIALIDADE EM TEMPOS DIFÍCEIS

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A canção O Bêbado e a Equilibrista foi composta em 1979 por João Bosco (melodia) e Aldir Blanc (letra), no auge da luta pela Anistia e do desgaste final da ditadura militar no Brasil. A música nasceu como um samba de tom aparentemente leve, mas carregado de metáforas políticas: o “bêbado” representa o povo confuso e ferido após anos de repressão; o “equilibrista” simboliza a esperança frágil de um país que tentava se manter em pé sobre a “corda bamba” da abertura política.

A letra faz referências veladas a exilados e mortos pela repressão. O verso “choram Marias e Clarisses” alude às mães e esposas dos desaparecidos políticos: (Maria, esposa do operário Manoel Fiel Filho e  Clarisse Herzog, viúva  do jornalista Wladimir Herzog. Já a imagem do “irmão do Henfil” evoca o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, exilado na época.

O tom poético foi uma estratégia para driblar a censura, usando lirismo no lugar de denúncia direta.

A música ganhou projeção nacional na voz de Elis Regina, tornando-se um hino informal da campanha pela Anistia. Desde então, é lembrada como símbolo da resistência cultural e da esperança coletiva, mostrando como a MPB transformou dor política em arte sensível e poderosa.

 

Ouçam abaixo a magnifíca interpretação de Elis Regina

 

 

ORAÇÃO MILAGROSA
Faça com muita fé,
várias vezes ao dia.

 

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois Vós entre as mulheres,

bendito é o fruto em Vosso ventre, Jesus. 
Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós, os pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.

 

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  1. Arte Cultura

Arte Cultura

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ENQUANTO SOBE OS

CRÉDITOS, CURTAM

O CHICO CHICO