A morte do cachorro Orelha, torturado por adolescentes, em Santa Catarina, tomou proporções internacionais e gerou revolta também fora do Brasil. Nas redes, alguns norte-americanos passaram a pedir a expulsão dos adolescentes envolvidos do país. O episódio teria repercutido na imprensa estrangeira e, com a pressão pública crescendo, existe a possibilidade de as famílias dos acusados sofrerem medidas migratórias — incluindo até a perda do visto para os Estados Unidos — enquanto as investigações continuam em andamento em Santa Catarina.
Mas, a morte do cachorro Orelha, não é apenas um caso isolado de crueldade: é um espelho da impunidade que se espalha por diferentes formas de violência contra a vida. O que aconteceu com ele ecoa nos desmatamentos ilegais que avançam sobre florestas, nas tartarugas que morrem engasgadas por plástico, nas baleias empurradas para rotas de extinção e nos esgotos despejados nas praias como se o mar fosse um lixão infinito.
Orelha virou símbolo porque tinha nome, rosto e história. Mas quantos animais morrem todos os dias sem testemunhas, sem manchetes, sem justiça? A brutalidade juvenil revela algo ainda mais grave: a normalização da violência. Quando a crueldade não é punida, ela se multiplica — começa no quintal, passa pelos rios e termina nos oceanos.
Não se trata apenas de proteger animais, mas de defender um princípio básico de civilização: respeito à vida. Leis existem, mas raramente são aplicadas com rigor. Educação ambiental é citada em discursos, mas pouco praticada na realidade.
O caso Orelha exige mais do que comoção. Exige investigação, punição e políticas públicas sérias. Porque um país que tolera a morte de um cachorro por diversão também tolera florestas em chamas e mares sufocados. A impunidade é o verdadeiro agressor. E enquanto ela existir, Orelha continuará morrendo todos os dias, com outros nomes e em outros cenários.
Texto Nivaldo Gonçalves - Imagens via: @sustentaris - Veja post abaixo
Com 11 feriados prolongados, Copa do Mundo e eleições, 2026 promete ser um ano intenso para o Brasil. Os feriados prolongados e os eventos marcantes devem movimentar turismo, comércio e a rotina dos brasileiros.
Além disso, a realização da Copa do Mundo e o calendário eleitoral tornam o ano ainda mais significativo, com oportunidades e desafios para diferentes setores da sociedade.
Aeroportos em diversos países da Ásia intensificaram os controles sanitários após relatos de um surto do vírus Nipah na Índia. Nações como Tailândia, Nepal e Taiwan elevaram o rigor na triagem e vigilância de passageiros após a confirmação de casos no estado de Bengala Ocidental.
A estrutura de monitoramento assemelha-se à adotada durante a pandemia de COVID-19. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o quadro clínico varia de sintomas leves — como febre, cefaleia, dores musculares e garganta inflamada — a condições severas, incluindo confusão mental, tontura, insuficiência respiratória e pneumonia.
O vírus Nipah é uma zoonose, transmitida originalmente de animais (como morcegos frugívoros e porcos) para humanos. No entanto, o potencial de contágio interpessoal por contato próximo mantém as autoridades globais de saúde em alerta máximo.
Via: 🌎 HOLOFOTE
NA FARMÁCIA
O farmacêutico entra na sua farmácia e repara num homem petrificado, com os olhos esbugalhados, mão na boca, encostado em uma das paredes. Ele pergunta para o estagiário: - Que significa isto? Quem é esse cara encostado naquela parede? O estagiário:
- Ah! É um cliente que queria comprar remédio para tosse. Ele achou caro, então eu vendi um laxante.
O farmacêutico:
- Você ficou maluco? Desde quando laxante é bom para tosse?
O estagiário:
- É excelente. Olha só o medo que ele tem de tossir...
CONFERÊNCIA
Um matemático estava a caminho de uma conferência, quando o seu motorista comentou: Patrão, já ouvi tantas vezes a sua palestra que tenho certeza de que poderia fazê-la no seu lugar.
- Isso é impossível! Quer apostar? E fizeram a aposta! Trocaram de roupa e, quando chegaram no local da conferência, o motorista foi para a tribuna enquanto o matemático instalou-se na última fila, como se fosse seu motorista. Depois da palestra, começou a sessão de perguntas, que ele respondeu com precisão. No final, levantou-se um sujeito que apresentou uma questão dificílima. Com muita calma, ele respondeu:
- Meu jovem, essa pergunta é tão fácil... mas, tão fácil... que vou pedir para o meu motorista responder!
PIADINHAS
- Yo soy el matador paraguayo y estoy aca para matarte!
- Para que?
- Paraguayo!
- Oi, sou Jaqueline, tenho 15 anos e ja transo!
- Ja o que?
- Jaqueline!
BUSCANDO ESTÍMULOS
Um sujeito estava casado há alguns anos. Num certo dia de inverno, ele começa a vestir o seu casaco e sua, ainda jovem esposa, lhe pergunta:
-Pra onde você vai, marido, neste tempo preparado pra chover ?
-Eu vou ao médico.
-Por que estás doente?
- Não, querida, vou fazer exame da prostata e atendendo seu pedido,pedir pra ele pra me receitar o do tal do azulzinho. Ouvi dizer que é muito eficaz e eu quero experimentar.
A esposa entusiasmada diz:
-Obaaaaaaaa - se levanta do sofá e pega o seu casaco e seu guarda-chuva, e ele pergunta:
-E você, minha querida, vai para onde?
- Eu vou ao posto de saúde.
-Por que? Ficou táo animada, estás sentindo alguma coisa?
- Nãoooo! Mas, como sou muito precavida, e você vai voltar a usar sua velha e enferrujada ferramenta, vou logo tomar a vacina antitetânica.

Fiquei sabendo que muitas escolas, públicas e particulares, estimulam a delação entre os alunos. Esses pseudo-educadores deveriam assistir ao filme “Perfume de Mulher”. Talvez aprendessem algo.
Muitas pessoas gravam telefonemas e conversas, sem o conhecimento de seus interlocutores. Depois, soltam na imprensa.
Ex-esposas, secretárias, jardineiros, motoristas, ex-aliados políticos contam fatos que só conheceram porque tinham acesso à privacidade das pessoas que agora delatam.
E o povão gosta desses Judas, desses profissionais do dedodurismo, desses alcagüetes, desses traidores.
Antigamente, até os piores bandidos tinham e respeitavam um código de honra. Hoje, a falta de honra
é estimulada e aplaudida.
Que tristeza...
Edição 182 de 03/06/2006
Página do autor:
Durante séculos, William Shakespeare foi consagrado como o maior dramaturgo da língua inglesa. No entanto, uma controvérsia persiste: teria ele sido realmente o autor de suas obras? Entre as teorias mais curiosas está a de que uma mulher — possivelmente sua esposa, Anne Hathaway — poderia ter escrito parte ou até a totalidade dos textos.
Na Inglaterra do século XVI, mulheres eram impedidas de frequentar universidades, publicar livros ou atuar oficialmente na literatura. A escrita feminina, quando existia, era restrita ao ambiente doméstico. Nesse contexto, se uma mulher tivesse criado tragédias como Hamlet ou Romeu e Julieta, precisaria usar um homem como intermediário para evitar perseguições morais, religiosas e políticas.
Apesar do fascínio dessas hipóteses, não há provas históricas que sustentem essa versão. Registros da época apontam Shakespeare como ator, sócio de companhia teatral e autor reconhecido por seus contemporâneos. Suas peças também revelam intimidade com os bastidores do teatro elisabetano, algo compatível com sua trajetória profissional.
O debate sobre a autoria, mais do que uma questão literária, expõe preconceitos antigos: a dificuldade em aceitar que um homem de origem simples pudesse ser um gênio — ou que uma mulher pudesse sê-lo em silêncio. Entre fatos e especulações, a obra permanece. E talvez esse seja o maior triunfo: textos tão poderosos que continuam provocando dúvidas, paixões e perguntas quatro séculos depois.
ORAÇÃO MILAGROSA
Faça com muita fé,várias vezes ao dia.
Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois Vós entre as mulheres,
bendito é o fruto em Vosso ventre, Jesus.
Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós, os pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.
ENQUANTO SOBE OS
CRÉDITOS, CURTAM
O CHICO CHICO